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Renata Matiasso fala sobre procedimentos de beleza que podem causar malefícios à saúde
Cabeleireira e professora fala sobre restrições da ANVISA diante de procedimentos como o bronzeamento artificial e alisamento capilar com formol
São conhecidas as restrições da ANVISA em relação às camas de bronzeamento artificial e também do excesso de formol em tratamentos capilares, pois ambos podem causar malefícios à saúde humana.
Em entrevista à Rádio Alvorada, a cabeleireira e professora do curso de Estética e Cosmética da ULBRA de Carazinho, Renata Ebone Matiasso, expôs sua visão diante das restrições e alertou quanto à necessidade de arcar com as conseqüências ao se expor aos procedimentos de alisamento capilar ou de bronzeamento artificial.
FORMOL EM TRATAMENTOS CAPILARES
Conforme Renata, o grande problema relacionado ao formol é que os cabeleireiros passaram a usar este produto de uma forma irregular, em excesso, o que pode causar sérios riscos à saúde do cliente e também do profissional que aplica o produto. “Hoje ainda há algumas situações neste sentido, mas os cabeleireiros estão conscientes, não só do perigo exposto ao cliente, mas também ao perigo exposto ao próprio cabeleireiro” – explica ela.
Renata ainda ressalta que há muitos produtos de alisamento capilar que possuem formol, mas é importante ficar alerta quanto à quantidade da substância nos mesmos. “As pessoas procuram a gente pedindo “n” tipos de escovas: escova de açúcar, escova de abóbora, escova de caquí. As empresas dentro de uma idéia de marketing criam o nome específico pra seu produto, o que não quer dizer que todas essas escovas tenham quantidade superior ao percentual de 0,2% de formol” – expõe a cabeleireira.

CAMAS DE BRONZEAMENTO
De acordo com a RES 56 de 2009, da Anvisa, o bronzeamento artificial para fins estéticos continua proibido. A utilização deste procedimento só pode ocorrer com prescrição médica. Conforme Renata E. Matiasso, o bronzeamento artificial é muito indicado no tratamento da psoríare, doença de pele grave.
Ainda conforme a profissional, a restrição da ANVISA ocorreu, principalmente, diante do comércio de camas de bronzeamento e a utilização destas de forma irregular. “Inicialmente, para que um profissional pudesse trabalhar com as camas de bronzeamento houve toda uma preparação. As pessoas que trabalharam de modo regulamentado adquiriram as máquinas dentro de uma condição onde toda uma capacitação, vistoria, fiscalização deveria acontecer. Foram investidos valores altíssimos nestes equipamentos. Só que muitas pessoas adquiriram estas camas e estavam trabalhando de forma irregular. O que a Anvisa fez então foi, antes de procurar resolver de outra forma para coibir estas situações, simplesmente entrou com uma proibição. Mas e as pessoas que estavam regulamentadas?” – questiona ela.
Ela ainda admite que há riscos, mas que cabe ao cliente a escolha de se submeter ou não ao procedimento. “Existem riscos? Ok. Mas sempre quando era trabalhado em qualquer processo de pacote, era repassado todo o material escrito, todas as implicações que poderiam vir a acontecer ao cliente” – completa Renata.
Em entrevista à Rádio Alvorada, a cabeleireira e professora do curso de Estética e Cosmética da ULBRA de Carazinho, Renata Ebone Matiasso, expôs sua visão diante das restrições e alertou quanto à necessidade de arcar com as conseqüências ao se expor aos procedimentos de alisamento capilar ou de bronzeamento artificial.
FORMOL EM TRATAMENTOS CAPILARES
Conforme Renata, o grande problema relacionado ao formol é que os cabeleireiros passaram a usar este produto de uma forma irregular, em excesso, o que pode causar sérios riscos à saúde do cliente e também do profissional que aplica o produto. “Hoje ainda há algumas situações neste sentido, mas os cabeleireiros estão conscientes, não só do perigo exposto ao cliente, mas também ao perigo exposto ao próprio cabeleireiro” – explica ela.
Renata ainda ressalta que há muitos produtos de alisamento capilar que possuem formol, mas é importante ficar alerta quanto à quantidade da substância nos mesmos. “As pessoas procuram a gente pedindo “n” tipos de escovas: escova de açúcar, escova de abóbora, escova de caquí. As empresas dentro de uma idéia de marketing criam o nome específico pra seu produto, o que não quer dizer que todas essas escovas tenham quantidade superior ao percentual de 0,2% de formol” – expõe a cabeleireira.
CAMAS DE BRONZEAMENTO
De acordo com a RES 56 de 2009, da Anvisa, o bronzeamento artificial para fins estéticos continua proibido. A utilização deste procedimento só pode ocorrer com prescrição médica. Conforme Renata E. Matiasso, o bronzeamento artificial é muito indicado no tratamento da psoríare, doença de pele grave.
Ainda conforme a profissional, a restrição da ANVISA ocorreu, principalmente, diante do comércio de camas de bronzeamento e a utilização destas de forma irregular. “Inicialmente, para que um profissional pudesse trabalhar com as camas de bronzeamento houve toda uma preparação. As pessoas que trabalharam de modo regulamentado adquiriram as máquinas dentro de uma condição onde toda uma capacitação, vistoria, fiscalização deveria acontecer. Foram investidos valores altíssimos nestes equipamentos. Só que muitas pessoas adquiriram estas camas e estavam trabalhando de forma irregular. O que a Anvisa fez então foi, antes de procurar resolver de outra forma para coibir estas situações, simplesmente entrou com uma proibição. Mas e as pessoas que estavam regulamentadas?” – questiona ela.
Ela ainda admite que há riscos, mas que cabe ao cliente a escolha de se submeter ou não ao procedimento. “Existem riscos? Ok. Mas sempre quando era trabalhado em qualquer processo de pacote, era repassado todo o material escrito, todas as implicações que poderiam vir a acontecer ao cliente” – completa Renata.
por Ana Lúcia Jacomini , dia 02/02/2012 às 15:45
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