Comoção e revolta no velório do empresário e dos adolescentes mortos
A sensação era de revolta e inconformismo nos velórios do empresário Gilson Hilman Fernandes, de 44 anos, o filho dele filho Vinicius, de 15, e o amigo da família, Germano Ioris de Oliveira, de 13 anos.
Fernandes e o filho foram velados na igreja de São Luiz da 6ª Légua, onde a família morava e tinha a empresa e o espaço lotou para a missa que foi realizada antes dos dois serem levados ao cemitério da comunidade, onde foi realizado o sepultamento no início da noite. O cunhado do empresário, Lencir Luiz Daniel, não se conformava com os assassinatos. E ao mesmo tempo pensava em como a tragédia poderia ter sido bem pior se a mulher de Fernandez e a filha estivessem em casa.
O velório de Germano foi realizado no Memorial São José, que lotou de amigos da família e de colegas do adolescente. A mãe do garoto, Paula Ioris de Oliveira, estava inconformada com a morte trágica do filho, mas disse que estava enfrentando a situação com a fé e a convicção de que uma tragédia como essa pode ser encarada como um sinal de a sociedade não pode se conformar com as maldades que acontecem. Após o velório, Germano foi encaminhado ao crematório para uma cerimônia íntima da família.
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